O texto de Renila Bragagnoli analisa a trajetória da Lei nº 13.303/2016 após uma década de sua implementação, destacando-a como um marco essencial na reestruturação das empresas estatais brasileiras. A autora explora como a norma buscou equilibrar a eficiência empresarial com os princípios da administração pública, promovendo uma cultura de governança corporativa e integridade. O artigo enfatiza que a legislação superou a rigidez de normas anteriores, estabelecendo um regime jurídico híbrido que profissionalizou a gestão e modernizou os processos de licitação. Além disso, discute-se o papel do Tribunal de Contas da União na manutenção da autonomia desse regime frente a novas leis gerais de contratação. Por fim, o conteúdo defende que a maturidade institucional agora exige que a governança deixe de ser vista como burocracia para se tornar uma ferramenta estratégica de geração de valor público.
Governança das contratações na Lei nº 14.133/2021: entre avanços normativos e déficits institucionais
O texto de Paulo Alves e Renila Bragagnoli analisa a transição para a nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/2021), destacando a mudança de um modelo rígido e procedimental para um sistema focado na governança pública. Os autores argumentam que a legislação...




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