O artigo de Hugo Bernini, Jamil Manasfi e Leandro Matsumota analisa os desafios de gerenciar os limites financeiros para contratações diretas sob a Lei nº 14.133/2021, com foco especial na prevenção do fracionamento indevido de despesas. Os autores destacam que a nova legislação exige o controle integrado de gastos, somando dispensas de licitação e compras por suprimento de fundos de mesma natureza. Diante da carência de ferramentas automáticas, o estudo propõe soluções práticas imediatas, como a planilha centralizada de controle e a declaração formal de não fracionamento. Estrategicamente, sugere-se a criação do SICODS, um sistema informatizado para automatizar o monitoramento desses limites em tempo real. O trabalho utiliza a experiência da Defensoria Pública do Maranhão como exemplo de sucesso na implementação dessas rotinas de governança. Conclui-se que o fortalecimento do controle interno e a capacitação técnica são fundamentais para garantir a segurança jurídica dos gestores públicos.
O dever de motivar a alteração de minutas padronizadas: reflexões sobre o Acórdão 1148/2026 – TCU Plenário
O artigo de Renila Bragagnoli analisa a obrigatoriedade de fundamentar mudanças em minutas de editais e contratos padronizados no âmbito da Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021). A autora utiliza o Acórdão 1148/2026 do TCU para demonstrar que a supressão...



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