O artigo de Michelle Marry e Rafael Sergio analisa a dispensa de licitação por baixo valor conforme a Lei nº 14.133/2021, fundamentando-se na premissa de que os custos administrativos de um certame não devem superar o benefício econômico do objeto. Os autores defendem uma interpretação teleológica para evitar o fracionamento de despesas, estabelecendo que o controle dos limites financeiros deve focar na unidade gestora e no ramo de atividade ao longo do exercício. O texto esclarece que contratações por inexigibilidade ou credenciamento não devem ser contabilizadas nesse somatório, pois possuem naturezas jurídicas distintas. Além disso, destaca-se a importância do planejamento estatal e a possibilidade de realizar dispensas em situações imprevistas, desde que respeitados os tetos legais. Por fim, a obra busca oferecer segurança jurídica e eficiência à gestão pública ao uniformizar a aplicação dos critérios de contratação direta.
TCU reafirmando a não obrigatoriedade de divulgação do ETP junto com o edital. Acórdão 1532/2026 – Plenário.
O presente documento detalha um relatório de acompanhamento realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) focado nas aquisições de tecnologia da informação em diversos órgãos da Administração Pública Federal. A fiscalização buscou prevenir o desperdício de recursos...




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