Os documentos escritos por Bruno Moreira apresentados tratam da regulamentação de benefícios trabalhistas em contratos administrativos, especificamente sobre a possibilidade de repassar custos de auxílios previstos em convenções coletivas à Administração Pública. A análise jurídica da AGU e da CPLC estabelece que benefícios como auxílio odontológico, médico e assistência funeral podem ser incluídos nas planilhas de custos, desde que respeitem os limites da autonomia negocial coletiva. O entendimento atual supera orientações anteriores, permitindo a repactuação de preços para cobrir essas verbas, independentemente de previsão legal específica, contanto que não contrariem vedações da Lei nº 14.133/2021. As fontes consolidam essa interpretação por meio de pareceres e despachos oficiais que visam uniformizar a conduta de órgãos como o INEP. Essa mudança garante que a Administração suporte encargos derivados de rubricas trabalhistas obrigatórias estabelecidas por instrumentos coletivos de trabalho.
SUGESTÕES DE BOAS PRÁTICAS PARA EMPRESAS ESTATAIS
Este documento apresenta um conjunto de diretrizes de governança elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Direito Administrativo (IBDA) para orientar a atuação de empresas estatais. O texto estabelece que a Lei nº 13.303/2016 é o estatuto jurídico primordial dessas...




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