O artigo, escrito por Davidson Lopes Souza de Brito, analisa a trajetória das compras públicas no Brasil, desde suas bases normativas históricas até a implementação da Inteligência Artificial. O argumento central é que a IA deve ser vista como uma ferramenta de sincronização, integrando dados, processos e atores que historicamente operaram de forma fragmentada, o que amplia a eficiência, transparência e governança na gestão pública.
As referências listadas complementam o trabalho citando legislação brasileira sobre licitações e fontes sobre o uso da IA e da transformação digital em órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União, e em plataformas de governo. O objetivo do conjunto de fontes é demonstrar a evolução regulatória e a necessidade de aprimoramento tecnológico para superar a burocracia e os desafios persistentes nas contratações públicas.
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