Vanice Valle examina, neste texto, a crescente pressão pela institucionalização do uso da Inteligência Artificial (IA) na Administração Pública, notando que a adoção da tecnologia é frequentemente vista como um sinal de modernidade. A autora argumenta que, embora haja uma “corrida do ouro” para adotar a IA—impulsionada pela percepção popular de que a tecnologia gera eficiência—muitas iniciativas carecem de um planejamento institucional adequado.
Critica-se a visão de que a internalização da IA é uma tarefa com começo, meio e fim, ressaltando que, em vez disso, ela deve ser um processo contínuo e revisável. A principal tese defendida é que a institucionalização formal é crucial para desenvolver ações planejadas, criar memória organizacional, monitorar os resultados e assegurar que o uso da IA respeite os princípios públicos, como a impessoalidade.
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