Neste artigo, Diego Ribeiro de Souza concentra-se na importância do planejamento estratégico e da segregação de funções na fase preparatória das licitações, conforme a nova Lei nº 14.133/2021. O estudo, baseado em observações nos Poderes Executivo e Judiciário da Bahia, identifica problemas na elaboração dos artefatos essenciais devido à sobreposição de informações e falta de clareza nas responsabilidades.
Para mitigar esses riscos e aumentar a eficiência, o autor propõe um modelo estrutural que define claramente as competências entre a Unidade Requisitante, a Equipe de Planejamento e o Núcleo de Licitação.
Leia o artigo completo:




0 comentários