Este artigo, escrito por Madeline Rocha Furtado e Cristiano Poubel, analisa a sustentabilidade ambiental nas aquisições de Tecnologia da Informação e Comunicação realizadas pelo Governo Federal brasileiro, destacando o papel estratégico do Estado como indutor de práticas ecológicas. Os autores exploram como a Lei nº 14.133/2021 e diversas portarias recentes formalizam a obrigatoriedade de considerar o ciclo de vida dos produtos, a eficiência energética e a redução da pegada de carbono.
São detalhadas práticas contemporâneas como o Green Coding, o uso de computação em nuvem para mitigar emissões e a gestão responsável de resíduos eletrônicos e serviços de impressão. O estudo enfatiza que a inovação tecnológica deve caminhar junto à governança sustentável para cumprir compromissos climáticos globais e otimizar os gastos públicos.
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