Este texto é um excerto de um artigo acadêmico focado nos riscos introduzidos pela Inteligência Artificial em processos de licitação e compras públicas. O autor, Cleber Mesquita dos Santos, aborda como o uso da IA, especialmente modelos generativos, pode ser manipulado por meio de engenharia de prompts para criar especificações “sob medida” ou enviesar justificativas técnicas, dificultando a detecção de fraude.
O documento detalha mecanismos conceituais de uso indevido da IA, como a redução artificial da concorrência e a camuflagem de preços, e fornece sinais de alerta específicos que auditores e órgãos de controle devem observar. Para mitigar esses riscos, o artigo apresenta um conjunto robusto de contramedidas e boas práticas, incluindo a governança de prompts, a exigência de validação humana e a necessidade de capacitação técnica em auditoria algorítmica.
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