Neste artigo, Ronny Charles e Davidson Lopes examinam criticamente a prática brasileira de priorizar a proposta de menor preço em contratações públicas como sinônimo automático de economicidade. Os autores argumentam que essa abordagem é vulnerável a falhas informacionais, especificamente seleção adversa e risco moral, que podem levar a contratos de qualidade inferior e custos ocultos maiores no longo prazo.
O texto propõe uma reinterpretação da economicidade para que ela não seja apenas a minimização do gasto inicial, mas sim um comando para escolhas contratuais informadas que utilizem mecanismos de mitigação de riscos, como triagem e análise do custo total do ciclo de vida do contrato.
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